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Vale do Rio Doce - opções VALEA, VALEB, VALEC, VALED, VALEE, VALEF,VALEG,VALEH, VALEI, VALEJ, VALEK Mineração em alta forte Depois do crash das hipotecas em 2007 ,e da internet em 2002, cada vez mais acentua-se a procura por ativos mais consistentes. O Petróleo vai bem, e a área de mineração na mesma linha. É notório que tido como lastro em última instância, o ouro acaba sendo muito procurado em situações de stress grave. Em diversas circunstâncias e por através de diveros meios, a moeda ainda é parâmetro para ajustes na economia. Claro, na era dos títulos públicos e do Open Market, papéis de República e Bancos Centrais são ótimo investimento, em termos de estabilidade. Mas ouro é ouro, e nas crises graves, sua cotação decola. Além disso, como sempre num mercado aquecido, sobram operações de M&A de todo tipo. Incluindo aí mineradoras, com destaque para atuação de australianas, sul-africanas e chinesas. São takeovers de escala gigantesca, em que numa operação, afeta-se diretamente mais de 100 mil empregos diretos e uns tantos milhares indiretamente. Multinacionais que são verdadeiros estados com complexa política interna e externa. A Vale do Rio Doce, nesse contexto, pode se orgulhar de ser um dos principais Players do mundo em sua área e no Mercado de Capitais global. É uma empresa que sempre foi exemplo de competência, e depois de sua privatização, quando passou para a Bradespar, holding do Bradesco, decolou de vez. Vale lembrar que mesmo as controvérsias em torno da privatização giram sempre em torno do fator estratégico e da extrema lucratividade da empresa. Sobram acusações, mas há um consenso sobre o poder-de-fogo e técnica da empresa em seu ramo de atuação. Disputas políticas em seu entorno são até naturais, mas é inegável que a blue chip é, junto com a Petrobrás modelo e referência de administração corporativa, agressividade, competitividade e profissionais sofisticados. Como dizia seu criador, minério é barato, então a equação toda da Vale do Rio Doce foi montar uma engenharia logística competente. Um calado, que desse vazão à escala mundial da produção. Num projeto que à semelhança de Petrobrás, (assim como ocorreu em muitos países) se desenvolveu arrimado em amplos investimentos estatais. Afinal, montar portos, movimentar estaleiros, explorar minas longínquas, sem sair dos trilhos, exige-se muito mais que boa vontade e simples élant investidor de empresários entusiasmados. É o projeto de Brasil que hoje floresce, plantado e cultivado por décadas de trabalhos árduos. A questão que fica sempre é se terá sido presenteada de bandeja a ávidos empresários, depois de lapidada por anos à fio pelo governo brasileiro ? De todas as dúvidas uma certeza, como qualquer empresa e empreendimento, se for mal administrada vai à pique. E a agressividade para enrolados takeovers, a defesa da corporação contra raiders globais, a forma como dá continuidade ao trabalho fora-de-série, com a progressão constante e cada vez mais rápida pode ser sinal de acerto por um lado. Pois com certeza os bankers que entraram na sua administração, não vieram pra brincar, e certamente não estão acostumados a perder. Sem se intimidar com idioma estrangeiro e estrangeirismos, a Vale vai às compras e não tem receios de montar estruturas complexas e calibradas para defender seus interesses, empregos e até soberania. Seja no ataque ou na defesa. De um ponto de vista, a Vale do Rio Doce - VALE5, apresenta-se sensivel aos movimentos de M&A mundias de mineradoras e com forte influência da valorização de minérios. Obviamente, fazendo sua opção saltar ou descolar conforme sua lógica...
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